domingo, 4 de setembro de 2011

6ª séries: Brasil Colônia


1500/30
– PERÍODO PRÉ-COLONIAL e ciclo do pau-brasil (exploração predatória feita por meio de feitorias).
e 1503 – Primeiras expedições exploradoras do litoral brasileiro.

1501
1504
– Concessão da exploração de pau-brasil (produto estancado, isto é, monopolizado pela Coroa) a Fernando de Noronha, cuja empresa vem a falir.
1516 e 1526
– Expedições guarda-costas portuguesas, destinadas a reprimir o contrabando de pau-brasil pelos franceses.
1519/22
– Primeira viagem de circunavegação, comandada pelo português Fernão de Magalhães (morto nas Filipinas), a serviço da Espanha.
1530
– Crise no preço das especiarias e decadência do comércio português com as Índias. O rei D. João III volta-se para a colonização do Brasil. Início do PERÍODO COLONIAL propriamente dito.
1532
– Expedição colonizadora de Martim Afonso de Sousa e fundação de São Vicente, primeira vila do Brasil. Início do ciclo da cana-de-açúcar, com forte participação flamenga (holandesa) no financiamento, refinação e distribuição do açúcar brasileiro na Europa.
1534
– Divisão do Brasil em capitanias hereditárias, das quais somente São Vicente e Pernambuco prosperam. Com o desenvolvimento da lavoura canavieira em Pernambuco e mais tarde na Bahia, a pecuária (atividade subsidiária da cana-de-açúcar) expande-se pelo sertão nordestino e Vale do São Francisco.
1538
– Início do tráfico de escravos africanos para o Brasil.
1548
– Diante do fracasso do sistema de capitanias hereditárias, D. João III institui o governo-geral do Brasil, com vistas à centralização administrativa e à aceleração da colonização.
1549
– Tomé de Sousa, primeiro governador-geral, funda Salvador, a primeira cidade do Brasil. Com ele chegam os primeiros padres da Companhia de Jesus (importantes na educação colonial e na catequese dos índios).


A divisão do Brasil em donatarias (capitanias hereditárias) correspondeu aos interesses lusos de ocupação sistemática do litoral brasileiro.
1550
– Instalação do primeiro bispado no Brasil, com sede em Salvador.
1554
– Os jesuítas fundam o Colégio de São Paulo de Piratininga – origem da cidade de São Paulo.


Com a criação do governogeral do Brasil, a Coroa Portuguesa passou a centralizar os esforços da empresa colonizadora.
1555/67
– Primeira Invasão Francesa. Fundação da “França Antártica” na Baía da Guanabara.
1565
– Estácio de Sá funda a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, próxima à colônia da França Antártica.
1578
– Morte do rei português D. Sebastião na Batalha de Alcácer-Quebir, no Marrocos.
1580
– Morte do cardeal-rei D. Henrique, último membro da Dinastia de Avis.
1580/1640
– UNIÃO IBÉRICA. A Coroa Portuguesa passa para o rei da Espanha. Portugal conserva seus quadros administrativos, mas é forçado a alinhar-se com a política externa espanhola (enfrentamentos com a Inglaterra, França e principalmente a Holanda, que se apodera de diversas colônias portuguesas no Oriente). Acelera-se a decadência portuguesa.
1583/95
– Ataques de corsários ingleses a portos brasileiros.
1598
– O governo espanhol proíbe o comércio açucareiro luso-flamengo.
1602
– É criada na Holanda a Companhia das Índias Orientais, com o objetivo de conquistar as colônias e o comércio ibéricos na Ásia.
– Início do ciclo bandeirístico de apresamento, em que bandeirantes paulistas atacam as reduções (também conhecidas como aldeamentos ou missões) estabelecidas pelos jesuítas espanhóis.
1612/15
– Segunda Invasão Francesa. Fundação da “França Equinocial” no Maranhão.
1616
– Os portugueses fundam a vila de Belém, ponto de partida para explorarem as “drogas do sertão” da Amazônia.
1621
– É criada na Holanda a Companhia das Índias Ocidentais, com o objetivo de conquistar colônias ibéricas na América e África.
1621/1775
– Divisão do Brasil em duas colônias distintas: Estado do Brasil e Estado do Maranhão (mais tarde Estado do Grão- Pará e Maranhão).
1624/25
– Primeira Invasão Holandesa (Bahia). Os invasores ocupam Salvador, mas são forçados a se render diante da chegada de uma esquadra luso-espanhola.
1628
– Os bandeirantes Manuel Preto e Antônio Raposo Tavares destroem os aldeamentos jesuíticos espanhóis do Guairá (oeste do Paraná). Os missionários, com os índios remanescentes, fundam os Sete Povos das Missões, na margem esquerda do Rio Uruguai (oeste do Rio Grande do Sul).
Em 1630, em uma segunda invasão, os holandeses conseguiram fixar-se no Nordeste até 1654. Sob a administração do conde Maurício de Nassau, entre 1637 e 1644, o Brasil Holandês alcançará seu apogeu.

Em 1641, o espanhol Amador Bueno da Ribeira, residente em São Paulo, recusou o título de “rei” que lhe foi oferecido por seus compatriotas estabelecidos naquela vila.
1630/54
– Segunda Invasão Holandesa. Os invasores desembarcam em Pernambuco e gradualmente estendem sua dominação desde Alagoas até ao Maranhão.
1636
– Antônio Raposo Tavares e André Fernandes destroem as reduções jesuíticas espanholas do Tape (centro do Rio Grande do Sul).
1637/44
– João Maurício de Nassau governa o Brasil Holandês. Período de entendimento entre invasores e senhores-de-engenho. Desenvolvimento do Recife.
1640
– Restauração Portuguesa e fim da União Ibérica. Portugal, arruinado, passa a depender economicamente da Inglaterra. A crise financeira lusitana leva o governo a impor o “arrocho colonial” sobre o Brasil (aumento do centralismo e intensificação do fiscalismo).
1641
– Tentativa dos espanhóis residentes em São Paulo de aclamar Amador Bueno da Ribeira como “rei de São Paulo”.
1642
– Criação do Conselho Ultramarino, órgão sediado em Lisboa e destinado, entre outras atribuições, a implementar o “arrocho colonial”.
1645
– Início da Insurreição Pernambucana contra o domínio holandês. Causas do movimento: a demissão de Nassau e a pressão exploradora dos novos administradores enviados pela Companhia das Índias Ocidentais.
1648
– Antônio Raposo Tavares destrói as missões jesuíticas espanholas do Itatim (MS), último feito importante do bandeirismo de apresamento.
1654
– Capitulação dos holandeses em Pernambuco. Expulsos do Nordeste, os flamengos passam a desenvolver a produção açucareira nas ilhas caribenhas (Antilhas) que a Companhia das Índias Ocidentais havia tomado aos espanhóis. A concorrência antilhana iria provocar a decadência do ciclo da cana-de-açúcar no Brasil.
1668
– Tratado de Lisboa entre a Espanha e Portugal, reconhecendo a independência portuguesa proclamada em 1640.
1674
– Começa o ciclo bandeirístico da mineração, com a bandeira de Fernão Dias Pais, o “Caçador de Esmeraldas”.
1680
– Os portugueses fundam a Colônia do Sacramento na margem esquerda do Rio da Prata. Por três vezes, os espanhóis de Buenos Aires tomam a colônia (1681, 1705 e 1763), para depois devolvê-la aos portugueses.
1684/85
– Revolta de Beckman no Maranhão, dando início aos movimentos nativistas (reações de âmbito local contra a opressão metropolitana, mas sem propósitos emancipacionistas).
1693
– O bandeirante Antônio Rodrigues Arzão descobre ouro em Cataguases (MG). Inicia-se o ciclo da mineração, isto é, o período em que a extração de minerais preciosos predominou na economia colonial (não confundir com o ciclo bandeirístico da mineração, relacionado exclusivamente com a busca e achamento das jazidas auríferas).

Os ataques dos bandeirantes às reduções jesuíticas espanholas estão inseridos no contexto do bandeirismo de apresamento do indígena. Neste ciclo, os bandeirantes promoveram a expansão dos domínios lusitanos para o sul e o sudoeste, ultrapassando o meridiano fixado pelo Tratado de Tordesilhas.
1694
– O paulista Domingos Jorge Velho destrói o Quilombo dos Palmares, formado no interior de Alagoas por volta de 1644. Essa foi a principal ação militar ocorrida no chamado ciclo do bandeirismo de contrato.
1700
– O bandeirante Manuel de Borba Gato descobre em Sabará (MG) as mais importantes jazidas de ouro do Período Colonial.
1703
– Tratado de Methuen (ou dos Panos e Vinhos) entre Portugal e Inglaterra, que agrava o déficit da balança comercial lusitana e consolida a dominação econômica inglesa sobre Portugal.
1708/9
– Guerra dos Emboabas, mais um episódio dos movimentos nativistas: conflito entre paulistas e forasteiros (portugueses e brasileiros de outras regiões que não São Paulo) pela posse das minas de ouro. Derrota dos paulistas, a maioria dos quais se retira de Minas Gerais.
1710/11
– Guerra dos Mascates: movimento nativista envolvendo a decadente aristocracia rural pernambucana, com base na vila de Olinda, e a próspera burguesia lusitana estabelecida no povoado do Recife. Causa imedia-ta do conflito: a elevação do Recife à categoria de vila, pondo fim a sua subordinação administrativa a Olinda.
1713
– Conclusão da “Guerra dos Bárbaros”, em que sertanistas paulistas, dentro do ciclo do bandeirismo de contrato, eliminam tribos indígenas hostis localizadas no interior do Rio Grande do Norte e Ceará.
1719
– O bandeirante Pascoal Moreira Cabral descobre ouro em Cuiabá, cuja ligação com São Paulo passa a ser feita por meio de comboios fluviais denominados “monções”.
1720
– Revolta de Felipe dos Santos em Vila Rica (atual Ouro Preto), contra a instalação das “Casas de Fundição”, que objetivavam um maior controle na cobrança do quinto sobre o ouro. Último episódio dos movimentos nativistas.
– O Brasil passa a ser governado por vice-reis, no lugar dos antigos governadores-gerais.
1725
– O bandeirante Bartolomeu Bueno da Silva (o “Segundo Anhangüera”) descobre ouro em Goiás. Fim do ciclo bandeirístico da mineração.
1729
– Descoberta de diamantes em Minas Gerais (até então, só se conheciam os diamantes originários da Índia).
1733
– Criação do Distrito Diamantino, com demarcação definida e autoridades e regulamentação próprios. Os diamantes, embora fossem objeto do estanco (monopólio real), têm sua exploração arrendada a particulares até 1771, quando a Coroa assume diretamente sua extração.
Pombal controlou toda a administração portuguesa, de 1750 a 1777, aniquilando toda e qualquer possibilidade de oposição.
1737
– Início da ocupação portuguesa do Rio Grande do Sul, voltada para a criação de gado.
1750
– Tratado de Madri entre Portugal e Espanha, anulando o Tratado de Tordesilhas. Negociado em nome de Portugal pelo brasileiro Alexandre de Gusmão, com base no princípio romano do “uti possidetis” (usucapião), aumenta os domínios portugueses na América em cerca de 200%, sobre o que fora disposto em Tordesilhas. No Sul, o Tratado de Madri estipula a troca da Colônia do Sacramento pelos Sete Povos das Missões.
– Ascensão ao trono português de D. José I, que escolhe Sebastião José de Carvalho e Melo (futuro marquês de Pombal) como seu principal ministro. Início das reformas pombalinas, caracterizando a prática do “despotismo esclarecido” em Portugal.
– Devido
à diminuição da extração de ouro no Brasil, Pombal determina que a cobrança seja feita pelo sistema de “finta” (estimativa sobre a produção aurífera de Minas Gerais, implicando a cobrança de 100 arrobas anuais).
1754/56
– Guerra Guaranítica: revolta dos jesuítas espanhóis e índios dos Sete Povos contra sua transferência para o domínio português. Destruição dos aldeamentos jesuíticos na região por um exército luso-espanhol.
1755
– Criação da Companhia Geral de Comércio do Grão-Pará e Maranhão, voltada sobretudo para a exportação do algodão e das “drogas do sertão”, mas também incentivadora do cultivo de anil, arroz e cacau. Início do ciclo econômico conhecido como Renascimento Agrícola
1759
– Expulsão dos jesuítas de Portugal e colônias. Laicização do ensino no Brasil. – Extinção das últimas capitanias hereditárias, transformadas em capitanias reais. – Criação da Companhia Geral de Comércio de Pernambuco e Paraíba.
1761
– Convênio de El Pardo, anulando o disposto no Tratado de Madri sobre a troca da Colônia do Sacramento pelos Sete Povos das Missões. O Sacramento retorna ao domínio luso, reabrindo as hostilidades entre espanhóis e portugueses no Extremo Sul.
1763
– A capital do Brasil é transferida de Salvador para o Rio de Janeiro.
1775
– Reunificação dos Estados do Brasil e do Grão-Pará e Maranhão.
1777
– Morte de D. José I e ascensão de D. Maria I ao trono português. Pombal é afastado do governo e os rumos da política e administração lusas sofrem uma mudança radical (fase conhecida como “Viradeira”).
– Tratado de Santo Ildefonso entre Portugal e Espanha. A Colônia do Sacramento passa definitivamente para o domínio espanhol.
1785
– Alvará de Proibição Industrial de D. Maria I, proibindo no Brasil quaisquer indústrias ou manufaturas, exceto as ligadas à produção de aguardente e de panos grosseiros (destinados a enfardar produtos ou para roupas de escravos).

Com sua morte, em 1792, Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, tornou-se o “Mártir da Independência do Brasil”.
1789
– Inconfidência Mineira, primeiro dos movimentos emancipacionistas que caracterizam a crise do Sistema Colonial.
1792
– Execução de Tiradentes.
1797
– Fundação, em Salvador, do primeiro centro maçônico brasileiro com existência comprovada: a Loja “Cavaleiros da Luz”.
1798
– Conjuração dos Alfaiates ou Inconfidência Baiana: movimento emancipacionista com participação predominante de elementos populares. Possuía projetos de caráter social, como a abolição da escravatura.
1801
– Os sul-rio-grandenses ocupam o território dos antigos Sete Povos das Missões, então em poder dos espanhóis, aproveitando uma curta guerra entre Portugal e Espanha. O Tratado de Badajoz, firmado entre os dois países nesse mesmo ano, reconhece implicitamente o domínio lusitano sobre aquela região.
– Conspiração dos Suaçunas, conciliábulo de senhores-de-engenho pernambucanos que alguns historiadores insistem em considerar como movimento emancipacionista. Não são aplicadas punições aos supostos envolvidos.
1806
– Napoleão Bonaparte decreta em Berlim (capital da Prússia) o Bloqueio Continental, proibindo o comércio dos países do continente europeu com a Grã-Bretanha (Inglaterra). Portugal não obedece à determinação do imperador francês.
1807
– Invasão de Portugal pelos franceses. O príncipe-regente D. João, graças ao apoio de uma frota britânica, transfere para o Brasil todo o aparelho de governo lusitano (cerca de 15.000 pessoas, incluindo a Família Real e sua Corte).
1808
– Chegada de D. João à Bahia, dando início ao PERÍODO JOANINO (1808/21). Carta-régia determina a abertura dos portos brasileiros “a todas as nações amigas” (na prática, à Grã-Bretanha). Fim do “exclusivo” metropolitano e enfraquecimento do Pacto Colonial. Passagem do Brasil para a órbita direta do capitalismo industrial inglês, em substituição ao anacrônico colonialismo mercantilista português.
– Alvará de Liberdade Industrial, revogando as proibições impostas por D. Maria I em 1785. Medida de pouco alcance prático, dada a falta de tecnologia e de capitais no Brasil.
– Instalação da Imprensa Régia e publicação do primeiro jornal brasileiro.
– Criação de escolas de Medicina (primeiros cursos superiores instalados no Brasil) no Rio de Janeiro e em Salvador.
1809/17
– Ocupação da Guiana Francesa pelos portugueses.
1810
– Tratados de Comércio e Navegação e de Aliança e Amizade entre Portugal e Grã-Bretanha. Consolidação do predomínio inglês no Brasil e início das pressões britânicas contra o tráfico negreiro.
1815
– Criação do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, como forma de regularizar a participação portuguesa no Congresso de Viena. O Brasil deixa de ser uma colônia, tornandose juridicamente equiparado a Portugal (fim do BRASIL COLÔNIA e início do BRASIL REINO).

1816/20
– Campanha de tropas luso-brasileiras no Uruguai, contra o líder nacionalista local José Artigas. Derrotado este, o Uruguai (na época conhecido como “Banda Oriental”) é anexado ao Brasil com o nome de “Província Cisplatina” (1821).
1816
– Morte da rainha D. Maria I, afastada da chefia do Estado desde 1792, por motivo de loucura. Ascensão ao trono do prínciperegente D. João, com o nome de D. João VI.
– Chegada ao Brasil de uma importante missão artística francesa.
1817
– Revolução Pernambucana de 1817: último movimento emancipacionista e o único que chegou ao estágio da luta armada. Movimento republicano, liberal, federalista e lusófobo, duramente reprimido pelas autoridades. Envolve também a Paraíba e o Rio Grande do Norte.
1820
– Revolução Liberal do Porto, que resulta na instalação das Cortes de Lisboa (Assembléia Constituinte com propósitos liberais para Portugal, mas recolonizadores em relação ao Brasil).
1821
– Queda do absolutismo no Brasil. D. João VI aceita submeter-se à autoridade das Cortes. Juntas Provisórias de Governo substituem os governadores das províncias (nova denominação das capitanias a partir da criação do Reino Unido) nomeados pelo rei.
– Por pressão das Cortes de Lisboa, D. João VI regressa a Portugal, deixando o príncipe-herdeiro D. Pedro como regente do Brasil.
– As Cortes exigem o regresso de D. Pedro para Portugal – passo essencial para recolonizar o Brasil. A aristocracia rural brasileira, tendo à frente a Maçonaria, começa a articular o movimento em prol da Independência.
1822
– Dia do Fico: D. Pedro recusa-se a obedecer às Cortes e decide permanecer no Brasil. A partir daí, acelera-se o processo da Independência:
– D. Pedro nomeia um ministério (no caso, o conjunto dos ministros ou “gabinete”) formado predominantemente por brasileiros, tendo José Bonifácio como ministro mais influente.
– Proibição do desembarque de tropas portuguesas no Brasil.
– Decreto estabelecendo que só serão cumpridas, no Brasil, as decisões das Cortes que receberem a aprovação (“Cumpra-se”) do príncipe-regente. As Juntas de Governo do Pará, Maranhão, Piauí, Bahia e Cisplatina, fiéis às Cortes, rompem com D. Pedro.
– D. Pedro convoca eleições para uma Assembléia Constituinte Brasileira, rejeitando a Constituição que as Cortes estão preparando para o Reino Unido.

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